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Dicas Animais: Cuidados ao ensinar seu cão a nadar
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Em meio ao calor do Verão, todo dono de cachorro imagina levá-lo à praia para experimentar brincadeiras no mar. E, realmente, algumas raças têm uma facilidade muito grande em nadar, enquanto outras, nem tanto. Se você está disposto a testar as qualidades aquáticas do seu melhor amigo é preciso, primeiro, tomar cuidados e seguir algumas dicas.
Em primeiro lugar, a água do mar em questão deve ser balneável. Afinal, é muito perigoso levar seu animal de estimação para banhar-se num mar poluído. Seria mais adequado, neste caso, levá-lo a uma piscina...
Vamos, então, para uma piscina. O ideal é ensinar o cão a nadar desde filhote, depois de ele ter tomado todas as vacinas. Para que tudo corra bem, ele precisa estar com vontade de entrar na água. Um jeito de incentivá-lo é jogar na piscina um petisco ou um brinquedo para ele buscar. Ver um cachorro conhecido nadando ou chamá-lo de dentro da água também pode funcionar.
Alguns cães, quando estão na água, não sabem para que lado ir. De um jeito que parece desespero, batem as patas para cima, como se quisessem sair logo dali. Nesse caso, antes que ele se canse demais e se traumatize, mostre a ele como fazer nessa situação, segurando-o firme com o corpo na frente na posição horizontal e depois o solte na direção certa.
É fundamental ficar de olho no seu cão durante todo processo e estar preparado para socorrê-lo se for necessário. Até mesmo porque, normalmente, as piscinas não têm recursos para eles saiam sozinhos da água. Quase nenhum cachorro consegue deixar a piscina pela escadinha utilizada pelas pessoas.
Depois da natação, muita atenção: seque bem as orelhas do cachorro, pois a umidade pode causar doenças, e lave-o com água doce, para não causar irritação na pele.
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Bico-de-Lacre-Comum, trazido por marinheiros
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O Bico-de-Lacre-Comum é uma ave que também pode ser chamada de Bico-de-Lacre-de-Santa-Helena. Originário da África Subsaariana, ou seja, correspondente à região do continente ao Sul do Deserto do Saara, a espécie tem uma extensão de ocupação estimada de 10.000.000 de quilômetros quadrados. Em Portugal, foi introduzido na década de 1970, e já existe em grande quantidade, sendo um pássaro popular e fácil de manter em cativeiro.
No Brasil, o Bico-de-Lacre-Comum surgiu por meio dos marinheiros que trabalhavam em navios mercantes e atravessavam o Atlântico. Uma vez livre, ele se prolifera de forma abundante. Hoje é encontrado em bandos nos capinzais do Sul, Sudeste e Centro-Oeste brasileiros.
É um pássaro que gosta de viver em comunidade e não se importa de voar com pássaros de outras espécies, desde que sejam do mesmo porte e não façam muita turbulência. A espécie é calma e colonial, e adapta-se com facilidade junto às habitações humanas.
O Bico-de-Lacre-Comum é granívoro, ou seja, sua dieta baseia-se em sementes. O cardápio deve ser de variados tipos desse alimento, especialmente painço. Não aprecia insetos, mas pode comê-los ocasionalmente, especialmente na fase de reprodução, quando precisam de mais proteínas.
Sua reprodução, aliás, é simples: o casal constrói o ninho, oval ou esférico, geralmente com corda, penas e algodão. A postura normal é de 3 a 5 ovos durante o ano, excluindo os meses mais frios. Os ovos são incubados em 11 a 13 dias, o que é feito tanto pela fêmea quanto pelo macho. Seu desenvolvimento, contudo, é um pouco lento, quando comparado com outros pássaros. Permanece no ninho cerca de 21 dias, e três semanas depois já consegue comer sozinha.
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Basilisco Verde, réptil mitológico que muda de cor
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O Basilisco Verde (Basiliscus plumifrons) é um lagarto da família Corytophanidae que habita a caatinga e as florestas úmidas do México até o Equador. Uma característica bastante peculiar desse réptil é que ele consegue correr sobre a água para escapar de seus predadores.
Onívoro, o Basilisco Verde se alimenta de insetos, pequenos vertebrados, frutas e flores. Seus predadores naturais incluem aves de rapina, gambás e serpentes. Além de conseguir correr sobre a água, é excelente nadador e pode permanecer submerso por até meia hora.
Possui uma expectativa de vida de 10 anos e, segundo lendas, era um animal mitológico. Seria fruto da união de um galo com uma serpente dotada de poderes do mal, que botou um ovo guardado por um sapo. Entre outros, teria o poder de matar apenas com o piscar dos olhos.
O Basilisco Verde tem temperamento bastante delicado e não tolera muito contato com seres humanos. É facilmente assustado e diante de qualquer ameaça foge para buscar abrigo.
Em cativeiro, o Basilisco Verde parece perder a capacidade de mudar de cor entre o dia e a noite. Tais alterações foram observadas no cativeiro, no qual mantém um verde vivo em todos os momentos. Não é recomendável mais de um indivíduo macho habitando o mesmo viveiro, pois, por ser muito territorial, pode lutar até a morte.
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Indri, o maior lêmure de Madagascar
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O Indri é um primata que possui um corpo forte, de cabeça bem pequena e focinho pontudo. As patas são longas e os dedos estão ligados por uma membrana, o que faz com que as patas sejam preênseis. Adulto, seu tamanho é similar ao de um gato doméstico, entre 57 e 70 centímetros de comprimento e um peso de 7 a 10 quilos. É essencialmente arborícola e salta com facilidade e rapidez de uma árvore para outra.
Com dieta vegetariana, o cardápio do Indri consiste em frutas, sementes e nozes. Vive em pequenos grupos familiares que pode variar entre dois a quatro indivíduos. Com frequência emite uivos em coro, sendo respondido pelos membros de outros grupos das redondezas.
O Indri é o maior lêmure encontrado hoje em Madagascar, a ilha onde esses primatas são endêmicos. O nome Indri procede do malgaxe e significa "Olhe!", expressão que um guia nativo disse a Pierre Sonnerat, o explorador francês que o acompanhava quando a espécie foi descoberta.
Conta-se que, tomando erradamente a expressão como sendo o nome do animal, desde então a espécie passou a ser conhecida dessa forma em todo o mundo, salvo em Madagascar, onde a população o chama de Babakoto.
Bastante popular, o habitante local acredita que este primata de pernas compridas, de voz característica e cauda curta deu origem, em tempos remotos, aos primeiros humanos.
Hoje, o Indri se encontra em perigo de extinção, pois as florestas que habita estão desaparecendo rapidamente, seja pelo desmatamento, seja pelos incêndios provocados por atividades agrícolas.
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