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Leal e dedicado

O
Mau Egípcio é uma gato leal, inteligente e dedicado. Esta raça
mantém um apego muito especial e estreito com seus donos e tem um
sentido familiar e tribal muito forte. A figura do seu dono é
como se fosse o chefe de sua tribo e freqüentemente se atira no
solo e roda em sinal de submissão.
O Mau Egípcio é um gato tranqüilo, comparado com os de raças
orientais. É muito gracioso e elegante. Muitos deles têm
o hábito de beber água não diretamente do potinho mas fazendo
um copinho com a mão e levando-a a boca.
As fêmeas tendem
a ser menores que os machos. São gatos de tamanho médio e chegam
a pesar quando adultos 4,5kg (machos) e 3,5kg (fêmeas).
Estes gatos apresentam um formato intermediário entre o tipo roliço
do Pêlo Curto Americano e o perfil esbelto dos Orientais. A cabeça
triangular é suavemente arredondada. O focinho não deve ser
pontudo. Os olhos oblíquos e de formato oval são muito grandes e
verdes. Porém esta coloração verde se define lentamente.
Este gato é encontrado em três cores: prata, bronze e fumaça-preta.
Todas têm a usual padronagem malhada associada aos tabbies. As próprias
manchas devem ser claramente definidas. A cor básica é composta
de pêlos listrados com pontas pretas. Pelo menos duas listras, se
não mais, devem ser visíveis em cada pêlo. A coloração preta
pode descorar para um marrom mais claro se o gato for exposto ao
sol forte.
As malhas são
redondas e distribuídas de modo uniforme por todo o corpo do
gato. Há também os chamados "botões de colete" no
peito e barriga. Em filhotes recém-nascidos, as malhas tendem a
ser menos
definidas.
O contraste na
coloração destes gatos leva até dois anos para desenvolver-se
completamente. Não aparece nenhum ticking; a base dos pêlos é
esbranquiçada e as pontas pretas, criando um contraste quando o
gato se movimenta.
O Mau Egípcio é uma raça relativamente escassa, mesmo hoje, mas
tentativas têm sido feitas na Europa para criar gatos que se
assemelhem. Esta linguagem baseou-se originalmente em rajados
produzidos durante a criação dos Siameses Tabby Point. Tais
gatos são agora descritos como Orientais Mosqueados, em vez de
Maus Egípcios, a fim de evitar qualquer confusão.
Origem
e história

Os
gatos da raça Mau Egípcio foram desenvolvidos nos Estados Unidos
a partir de raças européias. Teve suas raízes na área do
Mediterrâneo. Tendo-se apaixonado pelos gatos que ostentavam
essas marcas, a princesa Troubetskoy obteve uma fêmea no Cairo e
a acasalou com um gato italiano, produzindo dois filhotes. Em
1956, a princesa levou seus filhotes Mau Egípcio para os Estados
Unidos, onde a raça foi registrada e exposta pela primeira vez no
ano seguinte.
Por ser oriundo do
Cairo, possivelmente descende dos gatos sagrados do antigo Egito
cuja esfinge era mantida por todas as famílias como um deus do
lar. Foi considerado sagrado durante muito tempo e protegido pelo
Estado estando sua exportação proibida, só em 1950 os primeiros
três exemplares da raça saíram do Egito da mão do Embaixador
Egípcio na Itália.
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