O Spitz da Lapônia é considerado um cão sueco e, embora seja muito semelhante ao Spitz Finlandês, a Federação Cinológica Internacional (FCI) o reconhece como raça distinta. Assim, é uma das mais antigas do mundo, tendo mais de 7.000 anos.
Provável ancestral de todos os cães tipo spitz, sua descendência mais correta seria do cão de Varanger, antiga raça que habitava a região da Lapônia.
Apesar de ser uma raça muito antiga – e que já atuava na tração de trenós, no pastoreio e na guarda de rebanhos de renas e de gado para o povo Lapão há séculos – só foi reconhecida oficialmente em 1944.
O Spitz da Lapônia é muito resistente ao clima, alerta e corajoso. É desconfiado com estranhos e um bom cão de guarda. Devido ao temperamento afetuoso, paciente e ativo, é excelente companhia para crianças e fiel à família.
Inteligente e muito capaz de aprender, seu dono deve ser paciente e firme para educá-lo. Afinal, além de ser treinado como cão militar em alguns países, também se destaca em Agility.
Não é um animal para espaços pequenos, pois precisa de exercícios freqüentes e aconchego para se movimentar. Deve ter o pêlo escovado com freqüência, para mantê-lo desembaraçado e livre de pêlos mortos.
Para quem desconhece, a Lapônia é uma região selvagem, próxima ao Ártico, habitat das renas e dos lemingues, e que engloba áreas da Finlândia, Suécia, Noruega e Rússia.
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