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Apesar
de pequeno ele é super protetor e curioso
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O
Schipperke é um cão de porte pequeno, super protetor e leva alegria
por onde passa. Curiosidade é uma das palavras que melhor definem a
característica desta raça. Está sempre interessada em tudo ao seu
redor. De tão curiosa chega a ser incansável.
Independente, é um ótimo cão de guarda, sempre alerta e atencioso. De
espírito ativo, este cãozinho sem cauda, possui a pelagem densa e áspera,
não necessitando de cuidados específicos. A pelagem preta é a mais
comum e deve ser protegida do sol já que pode ficar avermelhada.
Existem duas variedades da raça segundo o peso: uma de 3 a 5 kg e a
outra de 5 a 8 kg. A altura média é de 30 cm.
A cor tradicional da raça é a preta, mas podem surgir outras como a
creme, dourado, preto-e-canela, preto-e-branco, chocolate, fulvo e azul,
aceitas pelo padrão da raça da Inglaterra e da África do Sul. Já em
sua terra natal, a Bélgica, somente os Schipperkes pretos são aceitos
oficialmente e não têm direito a pedigree.
No convívio com as crianças, a raça é receptiva e dócil.
Não reage a eventuais maus tratos. Se alguma criança puxar os pêlos
ou empurrar os cães, eles correm à procura de um lugar seguro,
geralmente perto do dono.
O
Schipperke está entre os cães mais obedientes. Tem grande habilidade
para aprender além de assimilar tudo com rapidez. Outra característica
da raça é o gosto pela água.
A
raça é supersaudável, chega a viver muitas vezes até os 15 anos.
Para conviver bem com gatos, aves e outros animais, é recomendável
acostumar o Schip desde pequeno.
Os Schipperkes nascem com os ergôs (quintos-dedos), geralmente nas
patas da frente. Costuma-se amputá-los, assim como a cauda, dos três
aos cinco dias de vida.
Praticamente
desconhecido no Brasil, foi nos EUA que o Schipperke alcançou a sua
maior expansão.
Origem e História
Embora
considerado originário da Bélgica, boa parte da história do
Schipperke se passa em um país vizinho, a Holanda. Lá, ele foi
largamente utilizado em barcos como guarda e caçador dos ratos que
atacavam as provisões a bordo.
O
nome Schipperke é uma homenagem a essa função da raça que em
flamengo significa "pequeno capitão". Acredita-se que ele
descenda de um cão de pastoreio preto e pequeno, chamado Leauvenaar.
O hábito de amputar a cauda surgiu em 1690. Um sapateiro holandês,
cansado de ter seus Schipperkes roubados pela vizinhança, resolveu
cortar a cauda do último que adquiriu para torná-lo facilmente
identificável e ninguém querer pegá-lo.
Nesse mesmo ano, a raça fazia a sua primeira aparição em público no
Grande Palácio de Bruxelas, na Bélgica. Mas o reconhecimento oficial só
ocorreu em 1882 e a popularidade em seu país de origem aumentou apenas
três anos mais tarde, depois que a rainha Maria Henriette resolveu
adquirir um exemplar.
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