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Este
pequenino é inteligente e muito expressivo
Excelente
cão de companhia, o Maltês além de elegante é muito expressivo
e vivaz. É um verdadeiro amigo e adapta-se facilmente a
apartamentos e casas como também às condições climáticas. Um
poço de lealdade e devoção ao seu dono.
Não costuma ser muito simpático com estranhos. Apesar da aparência
frágil e de seu pequeno tamanho, o Maltês exige poucos cuidados.
A não ser com o seu pelo, que por ser sedoso e denso deve ser
tratado diariamente com escovação para não formarem nós.
O Maltês adora ficar andando de um lado para o outro atrás das
pessoas da casa. Latir, então, é com ele mesmo. Ele é mestre
nesta arte. Como todo cachorro pequeno, ele costuma latir bastante
ao simples toque da campainha. Pronto, o alarme está
acionado.
Não são destruidores como outras raças de cães pequenas. São
fáceis de treinar e se forem convencidos de que terão alguma
recompensa após o feito, com certeza serão obedientes. A
recompensa não precisa ser exatamente comida, qualquer outro
agrado lhe será bem vindo.
Adoram atenção e companhia portanto devem ser incentivados a
brincarem sozinhos e a se tornarem mais independentes. Isto
facilita demais a vida de donos que trabalham fora.
O Maltês não deve ultrapassar 25 cm e não pesar mais do que 4
quilos. Seu pêlo sempre branco é comprido e de crescimento contínuo.
Se os pelos forem mantidos compridos, aconselha-se a prende-los
acima dos olhos
para que o cão possa enxergar melhor. O comprimento médio
do pêlo é de 22 cm.
Gosta de perseguir pequenos animais ou insetos. Costuma ter medo
da aproximação descuidada das pessoas, de quem muitas vezes
foge. Por ter a pele bastante sensível é propenso a ter
alergias. Quando alimentado em excesso fica obeso.
Origem
e História

Assim
como muitas raças antigas, também o Maltês tem suas origens
incertas. Muitos acreditam que os Malteses foram desenvolvidos na
Ilha de Malta, no Mar Mediterrâneo, no entanto já existem várias
teorias que defendem a origem da raça como sendo asiática. Na
verdade foram encontradas evidências de cães similares aos Malteses
de hoje, em desenhos que datam de 5.000 a 2.000 anos antes de
Cristo.
Ainda segundo a teoria de que os Malteses são originários da Ásia,
eles teriam sido introduzidos no continente europeu pela migração
de tribos nômades. A Ilha de Malta
(na época chamada Melita) era
um ponto geográfico central e importante na rota dos exploradores
daquela época e estes pequenos cães teriam sido usados como
"moeda" na troca por mercadorias.
Uma coisa é fato: Esta raça é bastante antiga e já apareciam
nos escritos da Grécia antiga, bem como nas pinturas dos santuários
egípcios.
Os Malteses foram importados para a Inglaterra pela primeira vez
durante o reinado do rei Henrique VIII. Com certeza eles eram os
favoritos da Rainha Elizabeth I e eram especialmente populares
entre as mulheres ricas da época que os carregavam nas mangas dos
vestidos. Em meados do século 19 a raça já era bem conhecida e
querida como um cão de companhia e quando os primeiros shows de
beleza e conformação foram organizados, os
Malteses já estavam
lá.
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