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Um
cãozinho que adora a família
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O
Dandie Dinmont Terrier é um cão extremamente familiar. Inteligente,
excelente guardião e de natureza afetiva, esta raça possui
temperamento independente e reservado. No trabalho é audacioso e
perseverante.
A
pelagem é dupla com cerca de 5 cm de comprimento.
A cor pode ser: pimenta (do azulado ao cinza-prata claro); mostarda (do
vermelho castanho ao marrom pálido, sendo a cabeça branco-creme e
membros mais escuros). A altura varia de 20 a 27 cm e o peso de 8 a 11 Kg.
O Dandie pode ser um pouco agressivo com os outros cães se não for
criado desde pequeno com eles. Mantê-lo é uma tarefa fácil referente
à pelagem. Uma simples escovação para a retirada dos pêlos mortos
quando necessário é o suficiente.
Leal, o Dandie Dinmont Terrier é um ótimo companheiro como pet. Ele
gosta muito de explorar terrenos, por isso, é sempre bom deixar portas
e portões fechados para evitar fugas e acidentes.
Apesar disso, o dono de um Dandie poderá se deparar várias vezes com
seu cão correndo atrás de pássaros no jardim e, principalmente,
cavando buracos.
É um cão muito teimoso e demora a obedecer às ordens de seu dono.
Para que ele perceba desde cedo "quem manda em quem", o dono
deve ensiná-lo o que é certo e errado com recompensa e castigo.
Origem
e História
A
raça originou-se dos rústicos exemplares dos terriers nativos, criados
pelos caçadores que viviam na divisa da Inglaterra com a Escócia. O
tipo distinto dos Dandies foi reconhecido em 1700 onde se destacava na
caça de lontras e doninhas.
Terriers reconhecidos como Dandies aparecem em pinturas datadas de antes
de 1850. O Rei Louis Philippe da França possuía um casal da raça em
1845. É provável que o Dandie Dinmont Terrier seja um parente do Skye
Terrier. Ele somente passou a ser reconhecido como raça em 1873.
Acredita-se que o Dandie Dinmont Terrier tenha recebido este nome em
homenagem a um personagem de uma obra do romancista Walter Scott, que
possuía cães desta raça.
Hoje um cão raro no mundo todo. Na Inglaterra, país onde a raça se
originou, apenas 250 filhotes são registrados, em média, a cada ano. Já
no Brasil a situação é mais grave: apenas três filhotes foram
registrados desde 1981.
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