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Chihuahua,
considerado um dos menores cães do mundo
Considerado o
menor cão do mundo é extremamente inteligente, afetuoso e
possessivo. Apesar de seu tamanho e de ser apreciado como um cão
de colo, o Chihuahua, é um excelente cão de alerta em miniatura.
Perfeito para apartamentos, essa raça se adapta a espaços pequenos e
não precisa de muitos exercícios. Em geral, exige poucos
custos de manutenção.
Existem duas
variedades de Chihuahua, a de pêlo curto e a de pêlo longo.
Nenhuma delas requer cuidados especiais com a pelagem: uma rápida
escovação diária é suficiente para manter os pêlos brilhantes
e macios.
Origem e
História
A origem do
hoje popular Chihuahua é o Techichi, um cão que no século IX
habitava a região onde hoje é o México. É provável que seus
ancestrais tenham vivido na área antes mesmo da fixação de
tribos Maya, em torno do século V. Imagens cravadas em pedras
encontradas no período Tolteca evidenciam a existência do
Techichi na época. Essas imagens lembram muitos os Chihuahuas de
hoje.
A civilização Tolteca era centralizada na região de
Tula,
próxima à atual Cidade do México, e nesta área foram
encontradas grande parte das relíquias dessa antiga raça. Por
essa razão sempre especulou-se que a descoberta dos mais antigos
espécimes da raça moderna ocorreram no estado de Chihuahua. Os cães
foram encontrados, em torno de 1850, em algumas ruínas próximas às
Casas Grandes que dizem ser restos de um palácio construído
pelo Imperador Montezuma I.
Concluí-se que
o atual Chihuahua tenha se originado do cruzamento do Techichi com
um pequeno cão sem pêlo trazido da Ásia para o Alasca. Esse cão
careca, parecido com os encontrados na China, foi responsável
pela redução do tamanho.
Apesar de o México
ser a principal moradia dos Techichis, uma carta histórica
escrita por Cristóvão Colombo ao Rei da Espanha, na época da
invasão, cita que ele encontrou no local onde hoje é a Ilha de Cuba,
um
tipo incomum de cães pequenos domesticados que eram mudos e não
latiam. Ele também é
descrito como sendo uma necessidade religiosa entre as tribos
Toltec e mais tarde entre os Astecas.
Seu nome se
originou do estado de Chihuahua, no México.
Acredita-se que o Chihuahua tenha sido o cão sagrado dos astecas.
Mas sabe-se que no Egito, há cerca de 3 mil anos, já existia um
cão bastante similar ao Chihuahua. Em 1910, foram encontrados
dentro de uma tumba egípcia os restos mumificados de um pequenino
cão cujo crânio tinha o formato característico de um Chihuahua.
Na Capela
Sistina, um dos afrescos pintados por Botticelli no século XV
mostra um cão muito similar ao Chihuahua. Esses primeiros
exemplares da raça tinham orelhas maiores e tinham o porte mais
avantajado que o Chihuahua que atualmente conhecemos.
Em função da pelagem
existem duas variedades que em exposições são julgadas
separadamente:
Pêlo Curto:
A pelagem é dupla desejando-se a presença de subpêlo. O pêlo
é bem assentado e brilhante com textura suave. Pode apresentar
escassez de pelagem na garganta e no abdômen.
Pêlo Longo:
A pelagem é dupla com subpêlo não muito denso. O pêlo é mais
longo, fino e sedoso, liso ou levemente ondulado. É curto na cabeça,
focinho e face anterior dos membros. Mais longo, com franjas, nas
patas e face posterior dos membros anteriores. Particularmente
longa nos posteriores e na cauda. Nas orelhas, é curto na ponta,
alongando-se até a base.
Todas as cores e combinações são
aceitas. Na aparência geral é a menor raça existente, com
estrutura sólida, compacta e aprumos corretos. A cabeça é
grande, em forma de maçã, focinho curto, orelhas grandes e
abertas e olhos muito expressivos. A cauda é portada alta.
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